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Origem
da palavra
Camisa
de vênus
Capote,
em francês
Em
portugal é durex
Camisinha
assassina
Chineses
e japoneses
Estojos
para pênis
Até
na mitologia
Bainha
de tecido
O
dr. condom existiu
Tripa
de carneiro
O
nascimento do termo preservativo
A
vulcanização da borracha
As
camisnhas de látex
Quando
a camisinha caiu em desuso
As
camisinhas de poliuretano
Camisinha
sonora
Alguns
marcos da história
Aproveitadas
nas bonecas
Uso
para transporte de água
Cidade
tinha vergonha do nome
Balões
para crianças
Preso
por tirar fora da hora
Porta-camisinhas
Promoção
da camisinha
Camisinhas
do kiss
O
maior preservativo do mundo
Poderosa
e variada
ORIGEM DA
PALAVRA
A origem da palavra condom ( como a camisinha é
conhecida em inglês) pode vir do nome do médico
chamado Condom, que viveu na corte do rei Charles II.
Mas pode ser também que tenha vindo do latim
condus, que significa receptáculo.
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CAMISA
DE VÊNUS
A expressão brasileira "camisa de vênus",
hoje fora de moda, é uma referência à
Vênus, deusa romana do Amor (ou Afrodite, para
os gregos). Daí, foi popularizada como camisinha.
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CAPOTE,
EM FRANCÊS
A rivalidade entre franceses e ingleses também
foi parar nos preservativos. Os primeiros os chamaram
de "capote anglaise" (capote inglês),
na época em que usar camisinha era uma "frescura".
Ofendidos, os ingleses contra-atacaram. Criaram a expressão
"french disease" (doença francesa)
para se referir a doenças sexualmente transmissíveis.
Na França, até hoje, capote é o
nome mais usado para designar a camsinha.
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PORTUGAL
Em Portugal, os preservativos são chamados de
"durex", que é também o nome
de uma grande empresa fabricante de prseervativos.
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CAMISINHA
ASSASSINA
Existe um filme alemão chamado A Camisinha Assassina
(Kondom des Grauens, 1996). É ambientado em Nova
York, e seus astros são preservativos com dentes
afiados. Por trás das camisinhas assassinas há
uma seita de lunáticos e cientistas malucos que
querem acabar com os pervertidos da cidade. Os condoms
foram desenhados pelo célebre artista Giger,
o mesmo criador do viscoso Alien, o Oitavo Passageiro.
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CHINESES
E JAPONESES
Os chineses foram os criadores de uma das mais pioneiras
versões do preservativo: envoltórios de
papel de seda untados com óleo.
Os japoneses também possuíam hábito
semelhante aos chineses.
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ESTOJOS
PARA PÊNIS
desde 1850 a.C. os egípcios utilizavam métodos
contraceptivos. As mulheres colocavam em suas vaginas
uma série de produtos para bloquear ou matar
os espermatozóides. Elas utilizavam fezes de
crocodilos (por possuírem pH alcalino, tal qual
os espermicidas modernos), gomas e uma mistura de mel
e bicarbonato de sódio. Os homens utilizavam
protetores para o pênis, confeccionados em linho
ou a partir de intestinos de animais. Tais protetores,
porém, não possuíam função
contraceptiva: funcionavam como “estojos”.
Eles protegiam o pênis contra galhos e picadas
de insetos durante as caçadas.
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ATÉ
NA MITOLOGIA
A mitologia grega apresentou a camisinha para o Ocidente.
O rei Minos, filho de Zeus e Europa, era casado com
Pasiphë. O monarca era conhecido por seu amor pelas
mulheres e suas inúmeras amantes. Por obra de
Pasiphë, Minos passou a ejacular serpentes, escorpiões
e lacraias, que matavam toda aquela que se deitasse
com o soberano. Pasiphë era imune ao feitiço
aplicado a Minos, mas este tornou o rei incapaz de procriar.
Minos, no entanto, se apaixonou por Procris. Para evitar
que a relação com Minos lhe trouxesse
a morte, Procris introduziu em sua vagina uma bexiga
de cabra. Os monstros ficaram aprisionados na bexiga
e Minos voltou a poder ter filhos.
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BAINHA
DE TECIDO
Durante o século XVI a disseminação
das doenças sexualmente transmissíveis
assolava a Europa. Nessa época elas eram chamadas
de doenças venéreas. Esse nome faz referência
às sacerdotisas dos templos de Vênus, que
exerciam a prostituição como forma de
culto à Deusa do Amor. Foi quando o anatomista
e cirurgião Gabrielle Fallopio confeccionou o
que descreveu como uma "bainha de tecido leve,
sob medida, para proteção das doenças
venéreas".
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Tratava-se de um forro de linho do tamanho do pênis
e embebido em ervas. Ele a denominou De Morbo Gallico,
em um artigo escrito em 1564. Shakespeare denominou-a
"luva de Vênus". No final do século
XVI os preservativos de linho passaram a ser embebidos
em soluções químicas e depois secados.
Eram as precursoras dos espermicidas modernos.
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O DR. CONDOM
EXISTIU
No século XVII, um médico inglês
conhecido como doutor Condom, alarmado com o número
de filhos ilegítimos de Carlos II da Inglaterra
(1630-1685), criou para o rei um protetor feito com
tripa de animais. Como já foi dito acima, em
inglês, camisinha é "condom",
certamente em referência a esse médico.
Também este foi o nome escolhido pelo nosso site
para a seção de tira-dúvidas: “Dr.
Condom responde”.
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TRIPA DE
CARNEIRO
Outro episódio contribuiu para a difusão
da camisinha. Ao final da Guerra da Sucessão
Espanhola, líderes das principais nações
européias reuniram-se na cidade de Utrecht (1713-1714).
Tal evento chamou para o local toda a sorte de donzelas,
ávidas em proporcionar diversão aos congressistas
e desejosas por conseguir algum dinheiro.
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Mas traziam consigo algo já bem conhecido da
ciência européia: doenças venéreas.
Um criativo artesão local teve uma idéia:
costurou na forma de uma bainha anatômica uma
tripa ( vísceras) de carneiro e obteve, assim,
um preservativo.
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O temor em relação às doenças
venéreas tinha uma importante justificativa:
os recursos terapêuticos eram muito pouco eficientes.
Doenças como a sífilis eram praticamente
incuráveis. A sífilis foi a AIDS da época.
Indivíduos contaminados caminhavam para morte,
sempre rodeados por todo o tipo de preconceito. A cura
para a sífilis (penicilina) foi obtida apenas
na segunda metade do século XX.
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O NASCIMENTO
DO TERMO PRESERVATIVO
A expressão preservativo apareceu pela primeira
vez nos anúncios das casas de prostituição
de Paris, em 1780: "Nesta casa fabricam-se preservativos
de alta segurança, bandagens e artigos de higiene."
Ela foi logo substituída por uma expressão
curiosa, redingote anglaise, que queria dizer "sobretudo
inglês", o que equivaleria hoje ao termo
"camisa-de-vênus" ou mais intimamente
falando, "camisinha".
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A VULCANIZAÇÃO
DA BORRACHA
Em 1839 Charles Goodyear descobriu o processo de vulcanização
da borracha. A vulcanização consiste na
transformação da borracha crua em uma
estrutura elástica resistente. Isso permitiu
a confecção de preservativos de borracha.
Esses eram grossos e caros. Eles eram lavados e utilizados
diversas vezes, até que a borracha arrebentasse.
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AS CAMISNHAS
DE LÁTEX
A evolução surgiu com as camisinhas de
látex, a partir de 1880. Em 1901, a primeira
camisinha com reservatório para o esperma apareceu
nos Estados Unidos. As camisinhas de látex adquiriram
popularidade apenas a partir da década de 30.
Cerca de um milhão e meio de camisinhas foram
comercializadas nos Estados Unidos, em 1935.
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A camisinha de látex é atualmente o tipo
mais popular. O látex é uma espécie
de borracha contendo poros finíssimos, por onde
não passam nem o esperma nem vírus pequenos
como o HIV. O látex é um material forte
mas pode romper caso seja muito friccionado e sofra
pressão. Lubrificantes à base de água
ou silicone podem ser usados para evitar o problema.
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QUANDO
A CAMISINHA CAIU EM DESUSO
Nas décadas seguintes, a camisinha foi caindo
em desuso, principalmente após a descoberta da
pílula anticoncepcional, na década de
sessenta. Mas o aparecimento da AIDS, na década
de oitenta, mudou para sempre a mentalidade mundial:
a contaminação de indivíduos pelo
vírus HIV, causador da doença, dava-se
por meio de contato sexual ou transfusão sanguínea.
Falar abertamente sobre sexo seguro e uso injetável
de drogas passou de tabu à necessidade e obrigação.
A camisinha passou ser a grande arma desse esforço
preventivo. E ainda hoje é!
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AS CAMISINHAS
DE POLIURETANO
Poliuretano é o material mais novo de que é
feita a camisinha. Como é um plástico
até duas vezes mais resistente do que o látex,
o preservativo é bastante fino e não tem
nem odor nem gosto. A sensibilidade do pênis também
é aumentada
os riscos de o preservativo romperem são ainda
menores do que do preservativo de látex.
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CAMISINHA
SONORA
Os japoneses foram os inventores da primeira camisinha
sonora. Eles usaram o mesmo minúsculo chip de
cartões musicais, instalado na ponta do preservativo.
Assim que o homem ejacula, pode-se ouvir, no interior
do corpo da mulher, a canção Love Me Do,
dos Beatles.
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ALGUNS
MARCOS DA HISTÓRIA
350-1220 AC: Os egípcios usavam “capinhas”
de espada em volta do pênis para proteger contra
insetos, ferimentos e picadas de mosquito.
100 - 200 DC: Pinturas encontradas nas cavernas de Dordogne,
no sul da França, mostram que o homem já
usava preservativos.
1500s - O médico italiano Gabrielle Fallopius
fabricou uma camisinha à base de linho, cortada
sob medida para cada homem. Dos mais de mil homens que
usaram o produto, nenhum contraiu sifílis.
1700s - O uso da camisinha era extremamente popular,
principalmente como método anticoncepcional.
Os preservativos eram feitos à base de tripa
animal.
1800s - Os japoneses criaram uma camisinha feita com
um couro bem fino.
1843 - A descoberta revolucionária da vulcanização
da borracha (adicionando enxofre e submetendo-a ao calor)
permitiu que as camisinhas se tornassem mais elásticas
e fossem produzidas a custos baixos.
1930s - Outra revolução. O látex
líquido substituiu a vulcanização
da borracha na fabricação os preservativos.
1990s - A tecnologia do látex continuou a se
desenvolver e surgiram ainda as camisinhas de poliuretano.
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APROVEITADAS
NAS BONECAS
Parte dos preservativos que não passam no controle
de qualidade são vendidas a fábricas de
brinquedos. As camisinhas, que têm a ponta cortada
para evitar revenda, são utilizadas como uma
espécie de diafragma para fazer as bonecas chorarem.
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USO PARA
TRANSPORTE DE ÁGUA
Os habitantes de Komi, na Rússia, compravam bebidas
vendidas em grandes tonéis que ficavam nas ruas
e precisavam de garrafas para fazer o transporte até
suas casas. Na falta das garrafas, um homem descobriu
que camisinhas russas eram tão grossas e resistentes
que poderiam ser usadas como recipientes ideais para
levar a bebida: podiam carregar até 3 litros.
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CIDADE
TINHA VERGONHA DO NOME
Durante muitos anos, os habitantes de Condom lamentaram
o nome dessa cidade francesa. Até que, em 1997,
o prefeito resolveu que a cidade deveria ser a capital
mundial do preservativo. Numa antiga garagem da Citröen,
por exemplo, ele deu incentivo fiscal para a abertura
de uma fábrica de camisinhas. Há 2 anos,
Condom inaugurou também o primeiro museu de preservativos
do mundo, com 1.800 peças. Agora, a cidade recebe
300 mil visitantes por ano.
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BALÕES
PARA CRIANÇAS
O governo americano vendeu um grande lote de 50 milhões
de preservativos para o Egito, mas descobriu-se depois
que UMA parte deles foi comprada por grandes atacadistas,
que enviaram os preservativos para as zonas rurais.
Eles, no entanto, foram vendidos como balões
para crianças.
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PRESO POR
TIRAR FORA DA HORA
Um juiz em Toronto, no Canadá, condenou Charles
Tumwesigye a 45 dias de prisão por ter tirado
a camisinha no meio da relação sexual,
sem a autorização de sua parceira.
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PORTA-CAMISINHAS
A inventora de cuecas e calcinhas com porta-camisinhas
foi a americana Natalie Lerma-Solis.
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PROMOÇÃO
DA CAMISINHA
O gerente do cinema London´s Prince Charles Theatre,
Ben Freedman, resolveu instalar love seats (cadeiras
em que os braços se levantam para que os namorados
possam ficar juntos) na última fila de sua sala
e colocou camisinhas em cada assento. A propaganda e
a distribuição de camisinhas só
foi liberada no Brasil em 1979. A primeira propaganda
foi do preservativo Involve na revista Playboy.
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CAMISINHAS
DO KISS
Em 2002, o grupo de rock Kiss lançou uma linha
de preservativos com seu nome. As embalagens vem com
fotos dos integrantes estampadas. A primeira série,
em látex roxo, chamou-se Tongue Lubricated (Língua
Lubrificada). Também há uma a imagem do
guitarrista Paul Stanley, batizada de Studed Paul (Paul
Garanhão), e outra com o nome Love Gun Protection
(Arma de Proteção Amorosa).
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O MAIOR
PRESERVATIVO DO MUNDO
Um preservativo amarelo cobriu a fachada de um hotel
de 20 andares na cidade de Guilin, no sul da China,
para marcar o Dia Mundial da ONU para a População.
A empresa Guilin Latex pediu aos editores do Guinness
Book of World Records para reconhecerem o preservativo
gigante, de 80 metros de altura, como a maior do mundo.
Segundo a agência China News Service, a camisinha
custou mais de 24 mil dólares e tinha a mensagem
"Controle o crescimento populacional, preste atenção
à sua saúde sexual, previna a SIDA".
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PODEROSA
E VARIADA
A camisinha é a única capaz de reunir
em um único método a prevenção
da gravidez indesejada e das doenças sexualmente
transmissíveis. Desse modo, permite relacionamentos
sexuais seguros e minimiza o efeito da exposição
a fatores de risco sofridos por um dos parceiros. A
camisinha protege e respeita a escolha e os desejos
sexuais de cada um. Com o advento da AIDS as camisinhas
voltaram a ser comercializadas em grande escala. Estima-se
que hoje mais de cinco bilhões de camisinhas
são consumidas anualmente. As apresentações
também se diversificaram. Há camisinhas
de tamanhos, espessuras e cores diferentes. Há
camisinhas aromatizadas. Camisinhas com textura externa
para potencializar o desejo sexual na mulher. Em alguns
casos de ejaculação precoce, a camisinha
pode ser utilizada com sucesso para aumentar o tempo
de ejaculação.
Usar camisinha é acima de tudo uma atitude. A
informação sobre as doenças sexualmente
transmissíveis, uma ferramenta fundamental para
os dias de hoje.
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Fontes: BBC Brasil; Site
www.durex.com; Site: www.safesense.com;
Guia dos Curiosos;
Site Álcool e Drogas sem Distorção
(www.einstein.br/alcooledrogas)/Programa
Álcool e Drogas (PAD) do Hospital Israelita Albert
Einstein;
Para saber mais sobre HIV, Aids e Grupo Pela
Vidda/SP, acesse: www.aids.org.br
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